Pessoal, hoje temos a ilustre participação do Camelo Carmelo, mais uma vez! Ele anda se exibindo, quer mesmo impressionar a Camela Camila, que mora na Toca dos Gnomos. O rapaz é audacioso!
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Confiram abaixo, e bom proveito!
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Camelo Carmelo sabe das coisas. Investe tempo e espaço para conquistar os convivas pela boca - e, principalmente, a Camela Camila. Para ele, não existem limitações. Difícil, complicado e trabalhoso são adjetivos que não o assustam. Entrega-se de corpo, alma e corcovas em qualquer sugestão que se apresente. Tão exótico quanto ele só o prato que preparou para um almoço de domingo. Risoto de camarão com morangos e champagne. Isso mesmo. Pode parecer estranho e talvez incompatível, mas a preparação de tudo ao mesmo tempo agora surpreende até os mais desconfiados. Aqui, Camelo Carmelo pede licença para revelar esse segredo culinário:
Derreta a manteiga e acrescente o azeite. Refogue a cebola picada até ficar transparente. Adicione o arroz e frite por um minuto. Deglaceie com a champagne e deixe que evapore o álcool. Acrescente aos poucos o caldo e o suco de laranja quente ao risotto e repita a operação durante 18 a 20 minutos. No final do cozimento, acrescente os camarões. Acrescente o parmesão e os morangos. Prove o sabor do risotto e acerte o sal (se necessário) e em seguida teste o ponto do cozimento. Deve estar “Al dente”. Sirva em seguida.
ele um boi e um arado. O índio velho não teve dúvidas, desmontou o arado para começar o fogo e fazer os espetos, carneou o boi e tocou no fogo. Segundo a narrativa do padre aconteceu assim: "O índio cravou os pedaços do boi em espetos e enfiou-os no chão. Quando um lado tostava, ele virava o espeto. E ia tirando lascas do lado bom, seguido pela mulher e pelas crianças". Apesar de escandalizado o padre não pode deixar de descrever a alegria dos pequenos, com as bochechas e os dedos escorrendo a gordura. A curiosidade foi tante que resolveu também provar uma das lascas... agauchou-se logo de primeira !!! E usou a cerimônia muitas vezes para conseguir a atenção de outros índios a quem queria cativar. Ele complementa o relato contanto que durante a noite, depois que já estavam todos deitados e a função acabada, viu algo curioso. A mulher do índio com algum desejo ou por pura gula, pediu ao homem que lhe servisse mais. Prontamente o xirú missioneiro pegou os pedaços que haviam sobrado, colocou em cima do disco de arado e tocou direto na brasa. O padre pediu perdão o resto da noite, pois vendo a cena da esposa se deliciando com os pedaços requentados, pecou a noite toda pensando na gula que queria praticar.